Sinopses

Roube como um artista: O diário – Austin Kleon

By on 01/11/2015

Editora: Roccod1a1fa1c-66e6-4bb5-8cd4-a34a8ee7a3b8Roubecomoumartista_odiariook

Páginas: 224

“Roube como um artista, não como um bobalhão.” Esta é a proposta de Austin Kleon para quem deseja se tornar um “cleptomaníaco criativo”, ou simplesmente se libertar do fardo de tentar ser completamente original e acolher as influências que estão por aí para criar e desenvolver as próprias ideias, trabalhar e viver de forma mais criativa. Afinal, explica o autor, “Tudo se baseia no que veio antes, e toda nova ideia é apenas um mashup ou um remix de uma ou várias ideias anteriores”. Não é à toa que a máxima de Pablo Picasso “Arte é roubo” é uma das epígrafes de Roube como um artista: O diário – Um caderno de anotações para cleptomaníacos, que chega às livrarias em novembro pela Rocco.
Depois de Roube como um artista, um manifesto sobre a criatividade irreverente e repleto de dicas para ativar o potencial criativo do leitor, Kleon, que é escritor e artista gráfico, oferece agora, em Roube como um artista: O diário, um verdadeiro livro de atividades (ou caderno de anotações) para o leitor registrar todo tipo de observação sobre ele mesmo e sobre o mundo e as pessoas a sua volta, formando assim um vasto panorama de seus pensamentos, gostos, interesses, dificuldades e… de suas influências.
São mais de 200 páginas de exercícios – ou brincadeiras, para quem prefere olhar por esse lado – que estimulam o autoconhecimento e a criatividade: por exemplo, listar coisas que você tem vontade de aprender e tudo o que o assusta; registrar seus sonhos todas as manhãs; reescrever sua citação favorita de maneiras diferentes; desenhar no escuro; escrever uma carta para alguém que você odeia (e tentar fazê-lo rir); roubar o título de um livro que você nunca leu e escrever sua própria história com ele; imaginar diálogos para cenas de programas de TV ou para histórias em quadrinhos; fazer colagens com jornais e materiais encontrados na lixeira.
O desafio é fazer um exercício por dia. Inevitavelmente, o leitor vai buscar suas referências para cumprir as tarefas e cavoucar ideias e talentos por vezes adormecidos. Ao final, “Você estará pronto para olhar para as suas influências e sua vida cotidiana como matéria-prima para o seu trabalho. Você estará pronto para pegar o que roubou, transformá-lo em seu próprio trabalho, e liberá-lo novamente para o mundo, para que possamos roubar de você”, provoca Kleon, com o bom humor e a sagacidade que marcam sua obra.

Boa leitura, beijos! ♥

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Indicação do Leitor | Resenhas

[Resenha] Criatividade S.A – Ed Catmull (com Amy Wallace)

By on 04/09/2015

Demorei quase um mês para ler esse livro, eu lia, relia, anotava trechos; é o típico livro que você quer ler bem devagar para não perder nenhum detalhe. Criatividade é narrado por Ed Catmull, o presidente da Pixar e da Walt Disney Animation Studios, no livro ele conta como foi utilizar a computação gráfica nos filmes,um velho sonho, e como foi difícil conseguir convencer as pessoas de que era útil e de que a qualidade final ficaria muito melhor, foi um processo demorado e somente foi possível depois de muito esforço.

É abordado também a união da Pixar com a Disney Animation, o qual causou um grande alvoroço, muitos funcionários ficaram receosos, com medo de que não fosse dar certo e que ambas fossem sofrer com as consequências da pior forma, mas graças a uma boa organização e administração deu certo. Um ponto interessante dessa união é que mesmo depois da compra, a ideia era que tudo se mantivesse, cada empresa com seus funcionários e o que mais achei marcante foi que uma não poderia interferir/ajudar a outra, por mais que precisasse, isso porque era importante que cada equipe trabalhasse com metas e com determinadas ferramentas e prazos, isso aumentaria a pressão, mas no final iria ajudar a todos, a sensação de trabalho concluído e a experiência que iriam adquirir faria tudo valer a pena.

O livro todo é inspirador, Ed Catmull fala de erros e acertos, dicas valiosas que ajudam qualquer pessoa em qualquer segmento; há trechos que explica detalhes e decisões tomadas em alguns filmes, é muito legal, eu acompanho os filmes e é emocionante ficar sabendo um pouquinho mais dos bastidores, saber que o enredo inicial de algumas histórias era completamente diferente do resultado final e que se não fosse pelo esforço e a persistência, não teríamos a oportunidade de ver esses grandes sucessos. Gostei muito de saber sobre a pesquisa que fazem antes de começarem a produzir um filme, como por exemplo no caso do Ratatouille, que os envolvidos na produção tiveram aulas de culinária com renomados chefs em Paris, ou seja, é tudo muito bem estruturado e quando há eventos não previstos, eles sabem como lidar.

Durante a história, Steve Jobs é citado, ele não interferia no processo de criação da Pixar, mas enviava observações, críticas e sugestões sobre os filmes, sempre reforçando que ele não entendia do assunto, eram apenas ideias. Era o maior acionista da empresa e apesar de não entender sobre o processo de criação, ele foi fundamental na parte estratégica e administrativa, inclusive, foi responsável pela compra da Pixar pela Disney, tinha convicção de que aquele era o momento para uma transação desse porte.

Bem, é um livro ótimo, se fosse marcar todos os trechos que gostei, marcaria tudo, encheria de post-its,rsrs.

Recomendo a todos, tenho certeza que não vão querer largar a leitura e que depois de finalizarem, pensarão diferente a respeito de muitos pontos e atitudes do dia-a-dia.

criatividade

Boa leitura, beijos! ♥

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Criatividade S.A – Ed Catmull (com Amy Wallace)

By on 11/08/2015

Editora: Rocco617wmdLWVcL._SL1358_

Páginas: 320

Qual a fórmula por trás de filmes adorados por multidões como Toy Story, Monstros S.A. ou Procurando Nemo? Em Criatividade S.A. – Superando as forças invisíveis que ficam no caminho da verdadeira inspiração, Ed Catmull conta a trajetória de sucesso do mais importante e lucrativo estúdio de animação da atualidade, a Pixar, que ele ajudou a fundar, ao lado de Steve Jobs e John Lasseter, em 1986. Dos encontros da equipe às sessões de brainstorm, Catmull mostra como se constrói uma cultura da criatividade, num livro definitivo para quem busca inspiração para os próprios negócios.

Para Catmull, a tecnologia jamais deve estar acima de uma boa história; cercar-se de gente mais inteligente do que você torna o ambiente mais propenso à inovação; e encontrar o lado positivo do fracasso é fundamental para garantir o próximo sucesso. Esses são alguns dos princípios apresentados por Catmull em Criatividade S.A. Quase 20 anos depois do lançamento do primeiro filme da trilogia Toy Story, Catmull, atual presidente da Pixar e da Walt Disney Animation Studios, narra a trajetória da empresa que revolucionou a indústria de animação cinematográfica.

O sonho de infância de Catmull de trabalhar na equipe de animação da Disney decidiu sua vida profissional. Formado em computação gráfica, em 1979, trabalhou na Lucasfilm, onde conheceu o animador John Lasseter. O embrião da Pixar foi o Graphics Group, uma subsidiária da Lucasfilm, adquirido em 1986 por Steve Jobs. A Pixar (junção de “pixels” e “art”) surge com Catmull na presidência e Lasseter à frente da equipe de criação.  Da parceria com a Disney, em 1995, surgiuToy Story, o primeiro filme de animação totalmente computadorizado.

Pioneiro nas empresas do Vale do Silício, na Califórnia, Ed Catmull é um cientista entusiasta da descontração no ambiente de trabalho. Ganhador de cinco prêmios Oscar por inovações técnicas em computação gráfica pela Pixar, ele ressalta a importância da adoção de métodos, até então pouco difundidos na cultura empresarial, de integração da equipe, como a promoção de competições de bandas de rock ou a disputas de aviões de papel entre os funcionários. O investimento em qualidade também é um dos pilares da empresa e fez com que a Pixar oferecesse cursos de arco e flecha aos que trabalharam na criação de Valente e levasse os produtores de Ratatouille a terem aulas de culinária com renomados chefs – em Paris.

O livro é dedicado a Steve Jobs, que nunca interferiu no processo de criação da Pixar, mas enviava observações e críticas sobre cada filme que estava sendo realizado, além de ser o principal investidor da empresa. Com a compra da Pixar pela Disney, em 2006, Jobs acabou se tornando o maior acionista individual da Disney. Catmull e Lasseter passam a dirigir os estúdios de criação das duas empresas, mantendo equipes diferentes e implantando novas filosofias de gerenciamento de pessoal na Disney.

Entremeando conclusões sobre gestão de pessoal com entusiasmadas informações a respeito dos avanços em tecnologia digital, além da história da Pixar e do cinema de animação, Criatividade S.A. apresenta mais do que conselhos de negócios, com trechos descrevendo situações quase como um roteiro cinematográfico. Um deles relata o desespero da equipe de Toy Story 2, que perdeu, acidentalmente, noventa por cento das imagens criadas para o filme. “Primeiro, sumiu o chapéu de Woody. Depois, suas botas. Então, ele desapareceu totalmente”, conta Ed Catmull. Quem salvou o filme foi a diretora técnica de Toy Story 2, Gayle Susman, que, seis meses antes, instalara um dispositivo para trabalhar em casa, pois acabara de ter um filho. O computador de Gayle, com cópias de toda a base de dados do filme foi “carregado até a Pixar como um faraó egípcio. (…) Woody estava de volta”, descreve Catmull.

Boa leitura, beijos! ♥

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Manual do Líder Criativo – Damrong Pinkoon

By on 09/08/2015

Editora: Universo dos Livros11h6ws9

Páginas: 240

Usando uma linguagem simples, esta obra mostra tudo o que você precisa para ser um gestor criativo. Assuntos como visão, recurso, administração de produtos, criação de projetos inovadores, entendimento da missão da companhia e as melhores estratégias de administração estão em foco neste guia.

Boa leitura e boas dicas, beijos! ♥

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Roube como um artista – Austin Kleon

By on 03/08/2015

Editora: Roccodownload

Páginas: 160

Você não precisa ser um gênio. Basta ser você mesmo. E copiar alguém… Esta é a mensagem que Austin Kleon passa para seus leitores. O jovem, artista e escritor, sabe que a criatividade é para todos. Roube como um artista, seu novo livro, é um manifesto da era digital e uma defesa dos mash-ups e homenagens tão comuns na web. Nesta obra, Austin mostra através de mensagens positivas um olhar gráfico diferenciado, ilustrações, exercícios e exemplos de como o leitor pode “ativar” seu lado criativo.

Quando Kleon foi convidado para fazer uma palestra aos alunos de uma escola em Nova York, formatou seu discurso em cima das 10 coisas que gostaria que alguém tivesse dito a ele quando estava começando. A palestra foi um sucesso e logo se espalhou de forma viral pela web. E a partir deste feedback, o autor mergulhou fundo nas suas próprias ideias e surgiu com Roube como um artista, o livro.

O resultado é uma obra inspiradora, original, prática e divertida. Austin Kleon, corajosamente, desfila novas verdades sobre criatividade: nada é original, então abrace as influências, colete ideias, misture e reimagine para achar seu próprio caminho. Se gosta de um artista, copie-o, e copie as referências deste artista, descubra de quem ele gosta, quem ele copia, quem é a sua influência, e tome tudo isto para si. Seja este artista, até a hora que vai sentir que não está mais copiando e sim criando sua própria versão. Mas para chegar neste ponto é preciso que fique esperto, tenha uma rotina, um emprego fixo que lhe dê dinheiro e que lhe traga suporte para ser “selvagem” e ousado dentro de sua imaginação. E para apoiar suas ideias, traz citações que vão da Bíblia ao rapper Jay-Z, de Jim Jamursch ao astro da NBA Kobe Bryant.

O mais importante para os leitores é que Roube como um artista é focado na praticidade. Kleon quer transformar, mudar, fazer o leitor descobrir e ativar sua própria criatividade, e espera conseguir isto com todas as dicas e macetes que cita no livro. Roube como um artista é uma obra curta e intensa, um tiro certeiro para despertar aquele lado criativo que dorme dentro de todos os leitores.

Boa leitura, beijos! ♥

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