Resenhas

[Resenha] Duff – Kody Keplinger

By on 28/03/2016

Oii, boa tarde leitores!

Comecei a ler esse livro com expectativas e conceitos bem definidos, já havia lido muitas resenhas e me lembro que teve muitos comentários positivos quando o mesmo foi lançado. Eu é claro fiquei super curiosa e não podia esperar mais tempo para ler. Além do livro, ainda há o filme.

Bianca Pipper está no ensino médio, mora com o pai e de vez enquando conversa com a mãe, a mesma depois que perdeu o pai decidiu que viajar seria uma distração, lhe faria bem e é por isso que se mantém longe da filha e do marido. Ela escreveu um livro de auto-ajuda e por isso percorre o país fazendo palestras.

Bianca é amiga de Jéssica e Casey, elas sempre combinam de sair juntas, a única coisa que as difere é em questão de aparência, as últimas são líderes de torcida, magras, altas e por isso Bianca não se acha tão bonita, mas não quer dizer que se sente mal com isso, pelo contrário, está bem consigo mesma.

Wesley Ruch é o típico garoto popular, rico, bonito, um conquistador que vive rodeado de garotas.

Um dia Bianca aceita sair com suas amigas em um clube e quando já está cansada e esperando para ir embora, querendo que o tempo passe bem rápido, se depara com Wesley. Ela como não é boba, não se deixa levar pelo papo dele, que afinal apenas se aproximou dela para tentar atrair atenção das amigas e se não bastasse, ainda a chama de “DUFF “. Segundo o mesmo, “DUFF” significa Designada. Feia. Gorda. Amiga, ou seja, por ela ser a menos atraente do grupo, acaba de uma certa maneira tornando as outras duas mais interessantes. Bianca é claro, não fica feliz com o apelido e joga sua coca cola na cara do mesmo e resolve ir embora.

“- Não gosto dele, -expliquei. -Ele me irrita como o inferno em noventa e seis por cento do tempo, e às vezes não tem nada que eu gostaria mais do que enforcá-lo até a morte. Mas ao mesmo tempo eu… eu quero que ele esteja feliz. Penso nele muito mais do que deveria, e eu…”

Como toda adolescente, Bianca começa a pensar no que o Wesley falou e se sente incomodada, não costuma ser insegura, mas esse apelido lhe deixa chateada. E quando ainda está pensativa, descobre que terá que ficar perto do menino que mais odeia e que lhe ofendeu por causa de um trabalho de escola. Infelizmente não tem escapatória e de última hora tem que fazer o trabalho na casa dele. Com a cabeça cheia, acaba o beijando, mas não pense que se trata de um beijo com um mínimo de sentimento, pelo contrário, ela apenas o faz para escapar dos problemas pelos quais está passando. Apesar das indiretas e de um não gostar do outro, esse beijo se transforma em algo mais e começam a se encontrar, começando assim uma amizade colorida ou melhor uma inimizade colorida.

“Eu sei como você é cínica, e você provavelmente virá com alguma resposta irônica quando você ler isso, mas a verdade é, eu estou perseguindo você porque eu realmente acho que estou me apaixonando por você.”

A jovem começa a se enrolar cada vez mais por ter que esconder a nova”amizade” e a separação dos pais das suas melhores amigas, acha que as mesmas não a entenderiam a respeito dele e não se sente bem compartilhando a situação dos pais.

“Eu era a Duff. E isso era uma coisa boa. Porque qualquer um que não se sente como uma Duff não deve ter amigos. Toda garota se sente pouco atraente às vezes.”

Dessa maneira, Bianca e Wesley vão se conhecendo aos poucos e o que era para ser apenas algo físico, um momento para fugir dos problemas, começa a se tornar mais sério. Agora somente resta saber se Bianca vai preferir escolher ficar com um antigo amor platônico ou se vai concordar e aceitar que talvez o popular Wesley pode sim mudar seu jeito conquistador e se comprometer. E também há a dúvida se o jovem realmente vai se interessar por Bianca a ponto de mudar suas atitudes.

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“DUFF” é um livro com uma história bem clichê, mas não de uma forma desinteressante, pelo contrário, eu gostei bastante dos personagens. Confesso que fiquei inconformada e me incomodei com as atitudes iniciais de Bianca, como assim beijar um menino como Wesley, ainda mais depois de tudo que o mesmo falou, eu realmente demorei a processar e aceitar, mas no final eu entendi o que a autora quis demonstrar. Nem sempre as aparências demonstram o que as pessoas são, todos utilizam uma máscara, seja por causa de algum problema na família, alguma deficiência ou defeito que quer esconder e por isso acabam tentando camuflar agindo de forma um pouco rude, tímida ou inquieta. Além disso, se formos analisar, todos nós já fomos ou seremos um dia um(a) DUFF, sempre haverá alguém mais bonito, inteligente ou que seja melhor que nós em alguma coisa e isso não é ruim, é normal, só o que a partir do momento que se cria um nome para isso se torna mais real.

O livro aborda temas fortes como a separação, a insegurança e a pressão que sentimos na adolescência, o alcoolismo e até mesmo gravidez precoce. A autora consegue abordar estes assuntos de maneira leve, o que torna a leitura fluida e rápida.

Assisti ao filme logo depois de ler o livro e apesar de possuírem o mesmo contexto, há muitas diferenças, sendo assim não cometa o erro de querer compará-los e achar que serão iguais, pois não serão. Mas isso não é ruim, pelo contrário, apesar de sentir que o filme é bem sessão da tarde, eu ri demais, Bianca é muito engraçada e Wesley tem um jeito todo de se achar, que no final fica divertido. Recomendo fortemente que leiam e assistam ao filme, são ótimos!

Boa leitura, beijos! ♥

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Aleatoriedades

Novidades envolvendo a autora Carina Rissi

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Oiii, boom dia leitores!

A autora Carina Rissi publicou nas suas redes sociais a notícia de que teremos nosso amado livro “Perdida” na Rússia e na Ucrânia. Uau! Isso é fabuloso, fico tão feliz de saber que uma obra nacional está ganhando o mundo e torço para que continue assim, atingindo cada vez mais pessoas!

“Estou imensamente feliz em anunciar que os direitos para a publicação de Perdida em idioma russo, na Ucrânia e na Rússia, foram licenciados à editora Family Leisure Club, parte do grupo Bertelsmann, em uma negociação com a minha agente (linda e ninja!) Patrícia Seibel.
Meu muito obrigada à Mariia Shakura e Jane Southern, por confiarem em meu trabalho, e à Patrícia Seibel, por lutar para que cada vez mais pessoas acreditem nele.
Perdida na terra de “Crime e castigo”, “Guerra e paz” e “Anna Karenina”. Sério, alguém me belisca!
Muito feliz! ❤”

Não posso deixar de mencionar ainda que o livro “Perdida” chega às livrarias de Portugal hoje! Olha que lindeza ♥perdida

E não para por aí, teremos em breve o filme baseado no livro “Procura-se um marido”. \o/

“Procura-se um marido vai ganhar uma adaptação cinematográfica! ‪#‎pulasaidochão‬
A responsável pelo longa será a Framboesa Filmes, da Fernanda Mandriola. A Fernanda atuou em produções que com certeza vocês conhecem: Loucas pra casar, Até que a sorte nos separe 1 e 3, Meu passado me condena 2…
O Procura-se é muito especial para mim. Foi com ele que tudo começou a acontecer. E tem a Alicia, minha heroína tão maluca quanto adorável. Mal posso esperar para vê-la aprontando no cinema também. Eu estou tão feliz que, de novo, meu marido está pensando em amarrar uma cordinha no meu pé, porque corro o risco de sair voando…
O projeto está no início, então não temos uma data definida nem nada, mas vou contando tudo pra vocês conforme as coisas forem acontecendo.
Então é isso. Pode vir, Lili, porque eu estou te esperando faz muito tempo!
P.s. Para aqueles que vão perguntar “Mas e o Perdida?”
Por enquanto não tenho nada novo para contar. Mas no segundo semestre… “

Estou dando pulinhos de alegria, é muita notícia boa em um só post, para os leitores que ainda não conhecem os livros da Carina, não percam tempo, corram a livraria mais próxima, tenho certeza que vão se apaixonar! ♥

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